O trabalho home office nos proporciona as situações mais banais possíveis.
Você começa cedo, para terminar cedo, afinal de contas é dia 19 de Dezembro, um dia mágico para muitos advogados, conhecido como o último dia forense, véspera do recesso e das merecidas férias.
Também sabemos que é nesse dia que todas as coisas podem acontecer. AINDA NÃO FOI O CASO.
Pois bem, me vi no seguinte cenário.
Eram 8 horas da manhã, eu trabalhando no notebook, sentado no sofá da sala (na casa da minha mãe, onde tem quintal).
Meu olhar periférico capta um movimento a esquerda, na varanda do quintal.
Olhei e era o meu cachorro, Chewie, explorando a varanda.
De repente, ele vai até o pezinho de melão que minha mãe tem.
Começa a cheirar e querer explorar mais.
Cachorro não se contenta com cheirar e olhar, ele tem que lambar ou mastigar.
Pois bem, lá foi ele morder e puxar a folha do melão.
Para quem não sabe, o meloeiro é uma planta rasteira, diferente da maioria das árvores, não tem tronco ou galho sólido.
Ele foi puxar a folha como se fosse um mato, só que a planta foi toda pra cima dele. O boboca levou um susto.
Cão de apartamento!
Ele tentou mais duas vezes, em folhas diferentes, e a cena se repetia: ele cheirava, puxava e levava susto.
Chegou um momento que ele percebeu que eu estava olhando.
Vendo que estava sendo feito de bobo, desistiu e voltou para dentro de casa, deitando resignado no portal da casa.
IMEDIATAMENTE, a cachorrinha da minha mãe, Marocas, irmã da Juju, foi correndo para o quintal cheirar todos os cantos que o Chewie explorou, como uma boa fofoqueira (aprendeu bem com a Juju).
E eu, como um bom otário, fiquei contemplando toda essa cena e achando graça nessa farofa toda.
Agora, quem é pior: O otário, a fofoqueira ou o boboca?!
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