sábado, 24 de fevereiro de 2018

ÚLTIMA PARADA (+18)


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Este é um relato proibido.


Muitas pessoas impediram a divulgação dessa história para não causar tumulto, mas eu não poderia deixar de passar para frente! Não seria justo! O povo deve saber! Assumo as consequências.


Estes fatos ocorreram na Zona Oeste do Rio de Janeiro.


Jorge Vasconcelos era um rapaz de 28 anos. Negro, com quase 02 metros de altura, com tipo físico de impor medo, um homem com um porte 4x3.

Muitas mulheres que passaram por sua vida o classificavam como “Homão da poha”. Ele gostava disso.

Era segurança de uma loja de roupas no Shopping Santa Cruz, na Cidade do Rio de Janeiro.

Apesar do jeitão de durão, Jorge era muito gentil com a maioria das pessoas. Seu humor era alterado somente quando provocado. E quando digo provocado, quero dizer que a pessoa tem que ser um cuzão.

Ele tinha uma rotina muito rigorosa. Era extremamente metódico. Trabalhava de domingo a domingo, com direito a uma folga semanal. Seu turno era das 15 às 23 horas.

Contudo, Jorge nunca conseguia pegar o ônibus para casa antes das 23h30min, pois sempre ajudava a fechar a loja e acompanhava os seus colegas, visto que a loja possuía apenas funcionárias e ele se preocupava com as meninas saindo tarde da noite do shopping.

Ele morava no bairro de Senador Câmara, próximo a Escola Municipal Dias Martins. Pegava todos os dias o ônibus da linha 570P - Itaguaí x Marechal Hermes, descia no ponto em frente ao supermercado Prezunic, andava algumas quadras e chegava em casa as 02 horas da madrugada.

O bom do horário era que o buzão era vazio. A maioria das pessoas descia até a Rodoviária de Campo Grande. Jorge partia até Senador Câmara acompanhando, normalmente, com duas meninas, que trabalhavam no shopping, mas em uma loja concorrente.

As meninas eram lindas, simpáticas e divertidas, com um sorriso que iluminava o ônibus.

Jorge sempre foi simpático e respeitoso, mas dentro do seu imaginário somente ele tinha acesso. Todos os dias ele ficava imaginando possuir as duas meninas.

Sim, as duas.

Ele se orgulhava de ser abençoado pela natureza com um membro de dar inveja.

No começo, como não conhecia as meninas, simplesmente as admirava à distância, mas com o tempo e a convivência diária, Jorge se arriscou a falar uma gracinha, tentando se enturmar. Funcionou.

Papo vai, papo vem e os três pareciam velhos conhecidos, o que dava a oportunidade de Jorge conhece-las melhor, além de tirar proveito para olhar mais de perto o decote da blusa, mostrando os seios perfeitos, a pele macia e às vezes a borda do mamilo.

Os olhares de Jorge não se limitavam aos seios e sorriso, também gostava de conferir as pernas e aproveitar que as meninas usavam um shortinho bem curto para admirar as suas coxas morenas.

Uma das meninas percebeu e, após ver o volume entre as pernas do rapaz, resolver corresponder, mostrando mais um pouco dos seus dotes, provocando o rapaz ainda mais.

Permaneceram neste jogo por bastante tempo. Na verdade era justamente isso que a menina queria, provocar o rapaz. Se ela ia usufruir do membro do rapaz, só a oportunidade diria.

Ele? Estava louco. Queria adentrar o membro viril naquela menina, mas ia com cuidado, se ela desse um sinal que também queria, ele não perderia tempo, seria no ponto do ônibus mesmo, em qualquer banco de praça.

Até imaginava. Os dois trocando beijos ardentes e lascivos. Jogando a menina em cima da mesa de damas que havia na praça perto do ponto de ônibus, abrindo o zíper do shortinho, ao mesmo tempo que colocava o seu membro de 25 cm para fora. Acariciaria os seus lábios e depois introduziria o membro, fazendo a menina gritar.   

Só de imaginar a cena, Jorge já ficava rígido.

Certa noite, ele acabou se atrasando. Seu chefe fez uma reunião de última hora, em virtude do saldão que iriam realizar.

O buzão estava partindo, quando Jorge fez sinal. Por sorte, ou não, o motorista parou e deixou o rapaz subir. As meninas estavam lá, mas contidas, pois um moleque sentava no seu lugar.

Ele vestia um casaco grosso com capuz, todo fechado, apesar de não estar frio.

Jorge imaginou que seria algum bandidinho.

Ele escutava funk em um aparelho de som portátil, com um pendrive plugado.

Aparentemente o rapaz não estava fazendo nada, parecia estar dormindo, mas com o som alto.

- Boa noite meninas!

- Oi!

- O que houve?

- Ah, estou com dor de cabeça e esse som está me matando – falou a menina que Jorge mais conversava.

Tentando ser um lorde, Jorge cutucou o rapaz, que abriu os olhos marejados.

- Qual foi! – reclamou.

- Pode desligar o som!

- Vai a merda crioulo!

 Jorge não gostou. Na frente das meninas.

Ele cutucou o rapaz novamente.

- Ahhhhh!

- Desliga o som, a menina está com dor de cabeça! – ele disse mais sério.

- Dor de cabeça! Eu resolvo fácil, só provar do meu leitinho que ela vai melhorar. Vou te lamber todinha até você gritar – disse o rapaz passando a mão nas coxas da menina mais próxima.

Jorge afastou a mão do rapaz.

- Oh negão! Não fode cara...

PLAFT!

Jorge meteu a mão grossa e calejada no rosto do rapaz, o derrubando no banco do lado direito. A caixa de som caiu, quebrando o pendrive.

Silêncio.

O rapaz não esboçou reação.

No rosto, a marca da mão de Jorge.

Ele pegou a caixa de som, levantou do banco, sem olhar no rosto do segurança. Puxou a cigarra e desceu no ponto em seguida.

Os dias aconteceram normalmente.

Jorge descia com as meninas em Senador Camará, cada um seguia seu caminho e sua rotina.

Dois dias após a discussão, o ponto estava próximo. Eram 04 pessoas para descer. Jorge já havia puxado a cigarra.

As meninas vinham atrás dele, enquanto uma pessoa esperava nas escadas do buzão para descer.

O ônibus parou, as portas se abriram, o povo começou a descer. Ainda conversavam.

- Até mais meninas! – Jorge disse, se virando par seguir seu caminho.

Alguém interrompe a sua passagem. A pessoa que estava a sua frente. Era magro, mais baixo que Jorge, praticamente sumia perto dele. Estava de cabeça baixa, mais ao trombar de frente com Jorge, levantou a cabeça, olhando no fundo dos seus olhos.

Era o moleque.

De repente, o rapaz enfia uma faca de cozinha de 25 cm na altura do estomago de Jorge.

Este somente arregala os olhos. Sem grito. Sem reação.

O rapaz ainda força para mais fundo, mantendo os olhos em Jorge, vendo a dor percorrer a sua face.

- Geme porquinho! Gostou do meu membro de 25 cm?! Agora morre! - falou o rapaz.

Ele retira a faca com um movimento rápido. Jorge cai na calçada.

As meninas ouviram o barulho, olharam para trás e o horror tomou conta de seus corpos.

Um rapaz, de casaco, com uma faca na mão direita, toda tomada de sangue, um vermelho vivo, e Jorge, no chão, sangrando.

O rapaz não mexeu um músculo.

As meninas? Correram, sem olhar para trás. Não fizeram nada.

Elas nunca mais pegaram o mesmo ônibus.

Também nunca mais viram o segurança simpático que brincava com elas na volta do trabalho.

Naquele dia, Dayanne, a menina mais chegada a Jorge, falou para a amiga que voltaria e daria para o segurança.

Duas semanas após o acontecido, Dayanne estava sendo "devorada" naquela mesa de damas. Ela gritava de prazer enquanto Mayccon lambia seu sexo, apertando os seus seios perfeitos.

Suzy, a amiga de Dayanne, estava com os dois, fazendo caricias com o membro de Mayccon.

Ela estava sentada em cima do casado de capuz do rapaz, cuja manga ainda possuía o sangue de Jorge.

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